
“Fevereiro de 2009 conheci uma garota com um lindo coração, porém, muito ingênua. De início achei que fosse ser uma a mais pra eu aturar, mas não. Se era bonita, feia, gorda, magra ou se já havia amado, não vem ao caso. O que interessa é que ela tinha o dom de se jogar de cabeça em suas relações, seja ela qual for. Eram sempre tão intensas que acabavam por se esgotar. Não dos dois lados, apenas para ela. Ela mesmo fazia com que esgotasse. Então a dor chegava à seu ouvido dizendo: não vá atrás. Eu sempre soube que a dor dela estava certa. A errada era ela.."
Ela ia, claro que ela ia. Guiada pela inocência, onde a humildade reina e a saudade aperta, lá estava ela com sua típica beleza tentando contato ou por mensagem de texto ou MSN messenger para celular. Na maioria das vezes era pra se redimir de um ato não feito. Isso mesmo, não feito. Em outras era só pra dizer que não aguentava mais aquela mísera distância e aquele clima chato de egoísmo que estava a encomodando, e demais. Para qualquer outra pessoa poderia não ser, mas para mim era linda a forma como ela se expressava, e como eu já disse, ela se entregava mesmo em suas relações, e relembrando: seja ela qual for.
Cansei de gritar com meu cérebro, razão, coração ou qualquer outro membro interno meu, implorando que não enjoasse das pessoas tão fácil assim. Eu sabia que isso feria, doía e machucava, mas o quê eu poderia fazer se me obedecer não era uma das coisas que meu cérebro mais gostava? Eu enjoava, um dia queria outro não, um dia sorria outro também não.. e assim por diante. Quero um dia não enjoar das pessoas tanto assim, ou não. Entretanto, sempre seguia, e assim como a correnteza do rio nunca para, eu também nunca parava. A rotina me tomava tanto tempo que eu não parava pra pensar em quem eu tinha do meu lado e o valor de todas elas que me rodeavam. Ela graças a Deus ainda existe, da mesma forma, do mesmo jeito e com o mesmo poder de conquistar as pessoas, mesmo que as vença pelo cansaço. Temos contato, não o mesmo de antes. Apenas um contato indireto, arrebatador de razões e também de corações.
Hoje, a mais de um ano que a conheço, acredito que só me resta arrependimento atrás de arrependimento a ser sentido. Por quê? Porque só agora eu vi que perdi uma Melhor Amiga.
Era sua vez de enjoar de mim.
Ela ia, claro que ela ia. Guiada pela inocência, onde a humildade reina e a saudade aperta, lá estava ela com sua típica beleza tentando contato ou por mensagem de texto ou MSN messenger para celular. Na maioria das vezes era pra se redimir de um ato não feito. Isso mesmo, não feito. Em outras era só pra dizer que não aguentava mais aquela mísera distância e aquele clima chato de egoísmo que estava a encomodando, e demais. Para qualquer outra pessoa poderia não ser, mas para mim era linda a forma como ela se expressava, e como eu já disse, ela se entregava mesmo em suas relações, e relembrando: seja ela qual for.
Cansei de gritar com meu cérebro, razão, coração ou qualquer outro membro interno meu, implorando que não enjoasse das pessoas tão fácil assim. Eu sabia que isso feria, doía e machucava, mas o quê eu poderia fazer se me obedecer não era uma das coisas que meu cérebro mais gostava? Eu enjoava, um dia queria outro não, um dia sorria outro também não.. e assim por diante. Quero um dia não enjoar das pessoas tanto assim, ou não. Entretanto, sempre seguia, e assim como a correnteza do rio nunca para, eu também nunca parava. A rotina me tomava tanto tempo que eu não parava pra pensar em quem eu tinha do meu lado e o valor de todas elas que me rodeavam. Ela graças a Deus ainda existe, da mesma forma, do mesmo jeito e com o mesmo poder de conquistar as pessoas, mesmo que as vença pelo cansaço. Temos contato, não o mesmo de antes. Apenas um contato indireto, arrebatador de razões e também de corações.
Hoje, a mais de um ano que a conheço, acredito que só me resta arrependimento atrás de arrependimento a ser sentido. Por quê? Porque só agora eu vi que perdi uma Melhor Amiga.
Era sua vez de enjoar de mim.
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