Vivemos numa sociedade em que palavras literalmente são jogadas ao vento. Hoje em dia está tudo banalizado, a maioria das pessoas falam muito e não dizem nada, um exemplo é o "eu te amo", frase que as pessoas falam tanto sem um pingo de sentimento. Eu não entendo como isso é possível no mundo de hoje, é aí que entra a dolorosa nostalgia.
Dizia minha mãe que antigamente um casal se olhava muito antes de um se aproximar do outro, se olhavam com intensidade querendo demonstrar que realmente ali floria respeito, consideração, vontade e sentimento. Depois do primeiro contato aquilo logo virava compromisso, com direito do rapaz ir na casa da namorada pedir permissão para o pai e tudo mais; um pouquinho mais de tempo e já estavam noivando para sem demorar, casarem. Detalhe: era uma máquina de filhos, e felizes, o que a sociedade se diz importante, mas até isso hoje em dia está banalizado. Mas acredite, estes eram os casamentos que duravam.
Repare na quantidade de casal que tem um, dois ou mais anos de apenas namoro, estes pensam que se conhecer antes faz toda a diferença. Realmemte faz, sabe qual a diferença? Eles querem aprender tudo sozinhos, querem descobrir as coisas sozinhos, preferem que um tenha uma certa distância do outro para que possam fazer coisas não dignas de um namoro. Resultado: terminam sozinhos e com uma injusta frase na boca.. "3 anos de namoro, 2 de desperdicio." Aí o namoro acaba. Ah, isso quando não fica aquele vai e volta: vai de mentira, volta de desculpas. É certo? Não, não pode ser certo, isso é engano meu mundo, é engano! Também não estou dizendo pra ir casando com o primeiro que aparecer na frente, mas não contesto aqueles que namoram pouco e tendem a descobrir a vida ao lado de uma só pessoa prometendo diante do Juiz de Paz que só a morte os separará.
Confesso que sinto falta da época do Cheetos a um real, do video game mega drive, do tazo de brinde dos salgadinhos e das músicas que tinham letra de verdade. Naquela época eu estava com pouco mais de 5 anos, não me lembro de muita coisa, mas de tantas conversas e histórias que já ouvi, concluí que aquela sim era uma boa época. Crianças naquela idade não sabiam amar, consequentemente não havia dor.
Nesse mundo explodindo em tecnologia, inventaram os amor-tece-dores. Agora estão esperando o quê para criar um método contra eles? Afinal.. estrada é dura e dói. Pensem nisso pesquisadores, reajam!
Dizia minha mãe que antigamente um casal se olhava muito antes de um se aproximar do outro, se olhavam com intensidade querendo demonstrar que realmente ali floria respeito, consideração, vontade e sentimento. Depois do primeiro contato aquilo logo virava compromisso, com direito do rapaz ir na casa da namorada pedir permissão para o pai e tudo mais; um pouquinho mais de tempo e já estavam noivando para sem demorar, casarem. Detalhe: era uma máquina de filhos, e felizes, o que a sociedade se diz importante, mas até isso hoje em dia está banalizado. Mas acredite, estes eram os casamentos que duravam.
Repare na quantidade de casal que tem um, dois ou mais anos de apenas namoro, estes pensam que se conhecer antes faz toda a diferença. Realmemte faz, sabe qual a diferença? Eles querem aprender tudo sozinhos, querem descobrir as coisas sozinhos, preferem que um tenha uma certa distância do outro para que possam fazer coisas não dignas de um namoro. Resultado: terminam sozinhos e com uma injusta frase na boca.. "3 anos de namoro, 2 de desperdicio." Aí o namoro acaba. Ah, isso quando não fica aquele vai e volta: vai de mentira, volta de desculpas. É certo? Não, não pode ser certo, isso é engano meu mundo, é engano! Também não estou dizendo pra ir casando com o primeiro que aparecer na frente, mas não contesto aqueles que namoram pouco e tendem a descobrir a vida ao lado de uma só pessoa prometendo diante do Juiz de Paz que só a morte os separará.
Confesso que sinto falta da época do Cheetos a um real, do video game mega drive, do tazo de brinde dos salgadinhos e das músicas que tinham letra de verdade. Naquela época eu estava com pouco mais de 5 anos, não me lembro de muita coisa, mas de tantas conversas e histórias que já ouvi, concluí que aquela sim era uma boa época. Crianças naquela idade não sabiam amar, consequentemente não havia dor.
Nesse mundo explodindo em tecnologia, inventaram os amor-tece-dores. Agora estão esperando o quê para criar um método contra eles? Afinal.. estrada é dura e dói. Pensem nisso pesquisadores, reajam!

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