Quando eu viajava 1:30 hs por dia todos os dias pra estudar, via pra lá da metade do caminho uma plantação gigantesca de laranjas. Era gigantesca mesmo, enorme, se perdia no olhar, como o mar.
Aquele plantio durava cerca de um ano, menos até. Eram períodos de safra feitos só pra essa safra. Era assim, eram plantados sabe-se la quantos pés de laranja, meses depois cresciam, davam frutos e morriam.
O dono talvez não se importasse em dizer o quanto aquela plantação era antiga. Ele todo ano plantava, esperava os belos frutos e cortava tudo outra vez. Segundo ele, renascer era mais importante que preservar.
Ele citou um dia numa palestra sobre meio ambiente que era mais importante regar aquela muda plantada há pouco tempo do que aquela arvore que teima em dar meia dúzia de frutos.
As arvores são como pessoas, mas pessoas não são como árvores.
O raciocínio que aquele jovem senhor tinha era de que muito mais valia cuidar bem daquilo que esta nascendo, do que deixar que a água da chuva regasse a árvore que aos poucos iria secando com o tempo.
Aquelas laranjeiras reagiam satisfeitas com o tamanho tratamento que o seu dono as dava. Elas viviam mais felizes, sabiam que iriam durar o tempo suficiente para pra trouxessem alegria para quem as criou.
Uma nova safra iria vir, outras laranjinhas iriam nascer, todas felizes. Era um ciclo, ninguém era mais que ninguém, no final todas iriam morrer mesmo. Renovação é o que há!
Aquele plantio durava cerca de um ano, menos até. Eram períodos de safra feitos só pra essa safra. Era assim, eram plantados sabe-se la quantos pés de laranja, meses depois cresciam, davam frutos e morriam.
O dono talvez não se importasse em dizer o quanto aquela plantação era antiga. Ele todo ano plantava, esperava os belos frutos e cortava tudo outra vez. Segundo ele, renascer era mais importante que preservar.
Ele citou um dia numa palestra sobre meio ambiente que era mais importante regar aquela muda plantada há pouco tempo do que aquela arvore que teima em dar meia dúzia de frutos.
As arvores são como pessoas, mas pessoas não são como árvores.
O raciocínio que aquele jovem senhor tinha era de que muito mais valia cuidar bem daquilo que esta nascendo, do que deixar que a água da chuva regasse a árvore que aos poucos iria secando com o tempo.
Aquelas laranjeiras reagiam satisfeitas com o tamanho tratamento que o seu dono as dava. Elas viviam mais felizes, sabiam que iriam durar o tempo suficiente para pra trouxessem alegria para quem as criou.
Uma nova safra iria vir, outras laranjinhas iriam nascer, todas felizes. Era um ciclo, ninguém era mais que ninguém, no final todas iriam morrer mesmo. Renovação é o que há!

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